Táxi Aéreo Pirata Aumentam os casos de aeronaves privadas realizando serviços de táxi aéreo
Isto é concorrência ilegal!
O custo para a estrutura de uma empresa de táxi aéreo é muito maior do que de um operador privado. Vejamos: ao se estabelecer no mercado, uma empresa de táxi aéreo tem que contratar profissionais de vôo (instrutores, pilotos e co-pilotos), de manutenção (engenheiros e mecânicos em vários sistemas), administrativos (comercial, vendas, estatística, atendimento), logística (suprimento, importação) e gestores executivos. Esta estrutura, evidentemente, tem variações em função do tamanho da empresa.
O operador privado tem seus custos para hangaragem, operação e manutenção. Entretanto, nem perto estão daqueles enfrentados pelas empresas de táxi aéreo. Isto é concorrência desleal!
E o cliente? Bem, corre a boca miúda nos corredores dos aeroportos e nos fundos dos hangares, que existem dois tipos, os que sabem e os que não sabem da irregularidade. Aquele que sabe é o brasileiro que entende que está “se dando bem” e às vezes até procura o preço mais barato. O outro, o que não sabe, nem imagina Isto é concorrência desonesta!
Houve situação parecida com os ônibus intermunicipais e interestaduais. A fiscalização e os operadores sanearam o transporte rodoviário. Os táxis nas principais cidades brasileiras enfrentam a mesma situação, mas já foi pior. A fiscalização e os taxistas legais cuidam para que não prolifere. As mesmas medidas saneadoras devem ser executadas no mercado aéreo sob pena de fechamento de empresas legalmente estabelecidas e o decorrente desemprego; ou que sejam desoneradas do cumprimento A comunidade aeronáutica, mediante a atuação conjunta das autoridades e das empresas de táxi aéreo, tem o dever de escolher e decidir qual o nível de serviço |
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