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Número de mulheres na aviação cresce 106% nas categorias de piloto

 

Levantamento exclui número de comissários de bordo, em que mulheres são maioria.

 

Historicamente, os homens sempre dominaram os postos de trabalho no mercado da aviação. Pilotos, mecânicos e despachantes são maioria nesse segmento. No entanto, aos poucos, esse cenário tem sido alterado com o ingresso de mais profissionais femininas no mercado. O mais recente levantamento realizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aponta um crescimento de 106% no número de mulheres com licenças ativas emitidas pela ANAC, excluindo a carreira de comissário de bordo que, historicamente, sempre teve mais profissionais mulheres.

 

No período de 2015 a 2017, o número de mulheres com licença de pilotos privados de avião (PPR) saltou de 279 parra 740, aumento de 165% nessa categoria.  Outra categoria com aumento expressivo é o número de Pilotos Privados de Helicóptero (PPH), de 47 em 2015 para 167 em 2017, ou 255% no período.

 

Algumas categorias tiveram crescimento menos expressivo, como as de Piloto de Linha Aérea - Avião (PLA) de 29 em 2015 para 41 em 2017 e Piloto de Linha Aérea – Helicóptero (PLH) 14 para 22 no mesmo período.  No total, o Brasil tem 1.465 mulheres pilotos contra 46.556 profissionais masculinos.

 

O número de mecânicas apresentou um crescimento de 30% no período, passando de 179, em 2015, para 233. No entanto, o número ainda é pequeno quando comparado aos profissionais do sexo masculino, 8092 em 2017.

As comissárias de bordo dominam a categoria. Ao todo, são 6.485 profissionais contra 3.335 homens habilitados para a função.

 

O levantamento de profissionais habilitados é realizado a partir da extração das licenças ativas emitidas exclusivamente pela ANAC. A Agência determina padrões para os profissionais da aviação civil que devem ser licenciados por meio de processos de formação pratica e teórica.  Para saber mais sobre como se tornar um profissional da aviação civil consulte a página: Profissionais da Aviação Civil,  no Portal da ANAC.

 

Veja o quadro completo das licenças em atividade dos profissionais de aviação habilitados pela ANAC.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:  ANAC

ANAC aprova anteprojeto dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis

 

Projeto de investimento de Salvador está em análise.

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou nesta quarta-feira, dia 28/02, os anteprojetos de investimentos da Fase I-B dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis. Essa fase contempla as atividades de ampliação dos aeroportos para adequação da infraestrutura e melhoria do nível da qualidade de serviço, implicando em ganho de capacidade para a operação e maior conforto ao usuário. Em relação ao anteprojeto do aeroporto de Salvador,  a Agência aguarda o envio de informações complementares para que se proceda a avaliação final.

 

Conforme previsto no contrato de concessão desses aeroportos, os principais investimentos consistem em:  expansão do terminal de passageiros, de estacionamentos para veículos, novos pátios de estacionamento de aeronaves em posições remotas e em posições com pontes de embarque, adequações em pistas de pouso e decolagem e de taxiamento de aeronaves, entre outras melhorias.

 

A Fase I-B deverá ser concluída em até 26 meses da data de eficácia de cada contrato. Após essa data, a Agência verificará o adimplemento das obrigações contratuais. Para os aeroportos de Salvador e Fortaleza, há ainda investimentos iniciais previstos na Fase I-C (com duração máxima de 24 meses após o fim da Fase I-B).

 

Os aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador foram concedidos à iniciativa privada em leilão realizada em 16 de março de 2017. Os contratos desses terminais foram assinados em julho do mesmo ano.

 

Veja aqui mais informações sobre os aeroportos concedidos à iniciativa privada.

Fonte: ANAC

Mogi das Cruzes terá aeroporto particular de uso público

 

Empreendimento será instalado em área no Distrito de Jundiapeba. Portaria autorizando a implantação do aeródromo no município foi assinada pelo ministro dos Transportes, Maurício Quintella, e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (6/3).

 

O município paulista de Mogi das Cruzes recebeu a outorga por autorização da Secretaria Nacional de Aviação Civil, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, para a construção de um aeroporto privado que atenderá voos da aviação geral (quaisquer tipos de aviação, que não sejam voos regulares ou aeronaves militares), executiva e aerodesportiva, voltada para recreação e/ou lazer (balonismo, paraquedismo, aeromodelismo e outros).

 

A Portaria nº 183 de 2018, que aprova o plano de outorga e autoriza a exploração do aeródromo no município paulista, foi publicada nesta terça-feira (6/3) no Diário Oficial da União (DOU). O documento foi assinado pelo ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, na segunda-feira, na presença do prefeito de Mogi das Cruzes, Marcus Melo e do deputado estadual Marcos Damásio.

 

“Mogi passará a ter um aeroporto privado passível de exploração. Isso dará um ganho de competitividade, permitindo atender clientes da aviação executiva, gerando desenvolvimento, além de ser um diferencial para a região”, pontuou Quintella.

 

Segundo o ministro, esse é o 13º aeroporto com outorga por autorização concedida pela Secretaria e com portaria publicada no DOU, sendo outros quatro também no estado de São Paulo.

 

O responsável pela execução do empreendimento será a Mineração Horii Ltda que, em maio de 2017, solicitou à Secretaria de Aviação a autorização para realização da exploração do aeródromo civil. Após a publicação da portaria ministerial, a empresa entrará com processo junto à Agência Nacional de Aviação Civil para formalização do termo de autorização.

 

Entre os serviços aéreos especializados que poderão ser realizados no novo terminal estão: aerofotografia, aerofotogrametria, aerocinematografia, aerotopografia; publicidade aérea de qualquer natureza; fomento ou proteção da agricultura em geral; saneamento, investigação ou experimentação técnica ou científica; ensino e adestramento de pessoal de voo; e qualquer outra modalidade remunerada, distinta do transporte público.

 

AUTORIZAÇÃO – A outorga na modalidade de autorização para construção e exploração de aeródromos está prevista desde 1986 pelo Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), mas só foi regulamentada em 2013, pelo Decreto no 7.871.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

FSF: Pilot experience is more than just a number

 

The Flight Safety Foundation (FSF) is calling for a “pragmatic, data-driven approach” to pilot training to continue driving improvements in aviation safety. Specifically, the foundation wants national civil aviation authorities to have the flexibility “to adopt competency- or evidence-based training methods that target real-world risk and ensure a progressive and satisfactory performance standard.”

 

According to FSF, “It cannot be assumed that critical skills and knowledge will be obtained only through hours in the air. Although…the number of accumulated flight hours has been the baseline for determining experience, what is often overlooked in the pilot experience equation is the quality of flight time.” This includes such things as operational experiences, multi-crew operations, and weather-related flight experience, it said.

 

Thus, the foundation is recommending an improved pilot screening process; a renewed focus on the competency and quality of pilot training providers; pilot training programs that are competency- or evidence-based and not solely hours-based; pilot training programs that maximize the use of simulation; data-driven training programs that are continually updated, based on pilot task-level performance; development of a worldwide quality/performance criteria that is universally recognized; and pilot proficiency/qualification standards that cannot be compromised, among others.

 

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

Dassault Aviation Launches Falcon 6X, Setting New Standard In Long-Range Large-Cabin Segment

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dassault Aviation today unveiled the Falcon 6X, the most spacious, advanced and versatile twinjet in business aviation. This new 5,500 nm aircraft will make its first flight in early 2021 and begin deliveries in 2022.

 

Pratt & Whitney Canada’s Pure®Power PW800 engines have been selected to power the Falcon 6X that offers the largest, quietest and most comfortable cabin of any aircraft in its class and more cabin volume than any other Falcon ever designed. It comes equipped with the industry’s most advanced digital flight control and cockpit technologies, drawing on heritage from other recent Falcon models and fighter jet programs.

 

The 6X is largely based on the Falcon 5X aerodynamics and system features which were validated during the 5X preliminary flight test program. It has been optimized to take advantage of the new engine, offering a greater range and a longer cabin.

 

“We wanted to further push the boundaries with this new aircraft, to provide the best flight experience possible using today’s aviation know-how,” said Eric Trappier, Chairman & CEO of Dassault Aviation. “The Falcon 6X will offer a mix of range, comfort and capability no other large cabin business jet can match while guaranteeing fully mature systems and a proven powerplant.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falcon 6X—Industry Leading Cabin Space

 

The Falcon 6X cabin is six feet, six inches (1.98 m) high and 8 feet 6 inches (2.58 m) wide -- the highest and widest cross section in a purpose built business jet – and is nearly 40 feet 8 inches (12.3 m) long. The cabin can accommodate 16 passengers in three distinct lounge areas, affording room for multiple configurations including a large entry way/crew rest area and a spacious rear lounge.

 

Every element of cabin style and design has been totally rethought, the result of an extensive survey of customer tastes and inputs from Dassault Aviation’s own in-house Design Studio. Flowing uninterrupted lines enhance the feeling of space and declutter the cabin.

Significantly more natural light floods into the cabin thanks to 29 extra-large windows including a unique galley skylight – the first in business aviation – designed to provide additional brightness in an area usually devoid of natural light.

 

“The industry has been moving towards ever wider and higher interiors, and customers told us what they wanted most in our new Falcons was more space,” continued Trappier. “So we designed the Falcon 6X from the cabin out, making it as passenger-centric as we could while still delivering the high performance and other flying qualities that customers value in Falcons.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Proven PurePower PW800 engines, next generation aircraft systems

 

The Falcon 6X has a top speed of Mach 0.90 and a maximum range of 5,500 nautical miles (10,186 km), longer than any other jet in its category. It can fly directly from Los Angeles to Geneva, Beijing to San Francisco or Moscow to Singapore at long range cruise speed. It can also connect New York to Moscow, Paris to Beijing or Los Angeles to London at a cruise of Mach 0.85.

 

The Pratt & Whitney Canada Pure Power PW812D engine rated at 13,000-14,000 lbs thrust has been selected to power the Falcon 6X. The PurePower PW800 engines feature the common core technology of the Pratt & Whitney Geared Turbofan, which is shared by 16 different engine applications and have amassed over 585,000 flight hours.

 

Equipped with a low maintenance single piece fan and emission reducing Talon combustor, the PurePower PW800 engines offer the highest efficiency, reliability and maintainability in the 10,000-20,000 lb class and have accumulated over 20,000 hours of testing to date.

 

The Falcon 6X is equipped with an ultra-efficient wing that minimizes the impact of turbulence and a next generation digital flight control system that controls all moving surfaces, including a novel control surface called a flaperon. The 6X is the first business jet to use a flaperon, which considerably improves control during approach, especially on steep descents.

 

The aircraft also comes with industry leading noise suppression systems, based heavily on experience with the new Falcon 8X – the current benchmark in noise comfort – and an all-new cockpit and third generation EASy III all digital flight deck.

 

It will be delivered with a full package of equipment, including Dassault’s FalconSphere II electronic flight bag and the revolutionary FalconEye Combined Vision System – the first head up display to combine enhanced and synthetic vision capabilities.

 

All Falcon 6X systems and critical equipment will be extensively validated on the ground through new Highly Accelerated Life Tests and Highly Accelerated Stress Screening endurance campaigns intended to enhance reliability and ensure that the aircraft is fully mature from the day of first delivery. 

 

“There is still today a strong market need for a brand new long range aircraft with a very large cabin. The Falcon 6X will be best value for money in the 5,000 nm segment, a class all its own.” concluded Trappier.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

To learn more, read our Falcon 6X backgrounder.

Fonte: Dassault

Voo charter deixa de precisar de aprovação prévia a partir de março

 

 

 

 

 

 

 

 

O voo charter - também chamado de voo de férias - passa a contar com uma nova regra de registro a partir de 25 de março. Com a medida, essa operação deixa de necessitar de autorização prévia da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para acontecer, afirmou Ricardo Botelho, presidente da entidade. A mudança deve ajudar a estimular a aviação regional e também o uso de aeroportos de menor movimento em todo o país.

 

- Até aqui, a ANAC atuava como um intermediário na autorização do voo charter. Nós estamos saindo do processo nesse sentido. A negociação vai acontecer diretamente entre o operador de turismo e a concessionária aeroportuária, registrando o voo na agência. Isso vai trazer mais flexibilidade para se obter o registro desse voo - garantiu Botelho.

 

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, destaca que com a normatização do voo charter no país, mais dez milhões de brasileiros entrariam no mercado de viagens doméstico.

 

O voo charter é uma operação não regular, sendo operado em horários ajustados em função da demanda dos aeroportos, ocupando em geral horários ociosos. É utilizado para viagens de lazer, com estada de uma semana de duração. Em função disso, oferecem passagens por até metade do preço de um bilhete para fazer a mesma rota em um voo regular. Ele tem, em contrapartida, limitações. O passageiro não pode, por exemplo, remarcas as datas da viagem ou ter sua passagem endossara por outra companhia porque a aeronave está fretada por uma empresa de turismo. É com ela que o passageiro fecha o contrato.

 

- Outro efeito dessa medida é para os aeroportos menores. Os que recebem menos de 200 mil passageiros por ano pediam um investimento em equipamentos para ter operações regulares que não seriam usados nunca. Agora, será possível operar os voos de férias onde os regulares não chegam. As exigências de segurança permanecem - destaca o presidente da ANAC.

 

Equipamentos utilizados para a segurança do voo e dos passageiros, como aparelhos de raio-X de viajantes e de bagagens, precisam ser instalados nesses terminais.

 

- Trata-se de um racional para induzir a demanda. Se funcionar, a iniciativa privada vai ajudar a adequar o aeroporto, equipando o terminal. Vai fomentar a demanda, o que pode fazer com que as companhias aéreas regulares se interessem por operar naquele destino - diz Botelho, que participou na manhã da terça-feira 27 de fevereiro do debate A importância do turismo para desenvolver a economia, gerar emprego e renda, realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com O GLOBO, no Rio.

 

Guilherme Paulus, fundador da operadora de turismo CVC e presidente do Grupo GJP, destaca que o charter ajuda a estimular a economia dos destinos para onde voa:

 

- O voo charter doméstico permite oferecer passagens com até 40% de desconto. E pede uma estada de sete noites no destino de viagem. Isso significa gastos com hotel, com passeios, com compra e alimentação.

 

IMPULSO A PEQUENAS EMPRESAS

Em paralelo, dentro do programa de remodelagem de serviços aéreos, a Anac prepara um outro mecanismo para permitir que pequenas empresas aéreas, incluindo aí as de aviação executiva, possam ampliar suas atividades para atuarem como alimentadoras de hubs (centros de distribuição de voos) de empresas maiores.

 

Para construir uma rede de pequenas voadoras alimentando rotas mais centrais, a agência permitirá mudanças ainda em fase final de discussão.

- Uma empresa de táxi aéreo, por exemplo, tem um limite de frequências para voos regulares. Mas se ela se certificar em uma gradação acima da que já possui, ela poderá fazer isso. É outra medida que vai ajudar a movimentar aeroportos regionais, criar demanda e atrair investimento - pontua ele.

Fonte:  O Globo / Foto: Marco Aguirre

Technology Takes Helicopter Training into the Future

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Today's simulators can believably replicate the real world for helicopter pilots and crew. (Photo: Becker)

 

In the past, some helicopter pilots and even governing agencies have dismissed simulators as not realistic enough to provide effective training. Sitting in a fixed-base simulator, some pilots experience vertigo from the disconnect between what their eyes are seeing and what their ears and butts are experiencing. But the newest wave of helicopter-specific flight simulators use a combination of multi-axis motion actuators, high-definition graphics, and advanced computer programming to achieve realistic and effective training for helicopter pilots and crews. Some companies are even incorporating virtual reality (VR) and night-vision-goggle (NVG) simulators into their training curriculum.

 

Fonte: AINonline by Kim Rosenlof

Bell Launches 407GXi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bell 407GXi touches down at the Las Vegas Convention Center in advance of 2018’s Heli-Expo. The 407GXi is Bell’s just-announced upgrade of the 407GXP and will feature a Garmin G1000H NXi integrated flight deck and new Rolls-Royce Fadec engine. Shaanxi Helicopter will receive the first 407GXi.

 

Bell (Booth C5122) unveiled an updated version of its 407 single on Monday at Heli-Expo 2018. The 407GXi features the Garmin G1000H NXi integrated flight deck and a new Rolls-Royce M250-C47E/4 engine with dual channel fadec that delivers better high/hot performance, full automatic relight, and the ability to cruise at 133 knots. The 407GXi was certified by Transport Canada on January 19 and first deliveries are scheduled for near mid-year.

 

The G1000H NXi features high-definition displays and faster processors with increased brightness and clarity, faster startup and map rendering, and connectivity to smartphones and tablets. New options for the 407GXi include a redesigned executive cabin; Garmin FlightStream 510 that allows pilots to upload flight plans from devices; Garmin SurfaceWatch that provides runway identification and alerting technology; a 3,100-pound cargo hook; and health usage monitoring (HUMS) for aircraft systems diagnostics.

 

The -C47E/4 engine replaces the Rolls-Royce 250-C47B/8 in the 407GXP that Bell launched in 2015. While the 407GXP offered high/hot performance, it had one computer controlling the engine, explained Bell program director for light helicopters Michael Nault. “If that fails you could go and control the throttle with the twist grip and go in manual mode. If you are an experienced pilot that’s very benign, but if you are a new pilot you are kind of chasing your tail and a lot of people were overspeeding the engines and having issues with that.

 

"So we went from one computer to two computers and each of the computers have two channels. We added three layers of redundancy with this new engine while keeping the same performance for hot and high.”

 

Nault said the G1000H NXi is “five times faster” than the G1000H. “Its LED displays are cooler, easier to manage and just have so much more processing power and capabilities.”

 

Customers with existing orders for the GXP will receive the 407GXi at no additional cost.

Shaanxi Helicopter will take delivery of the first 407GXi.

Fonte: AINonline by Mark Huber

Novo helicóptero da Airbus apresentado em Las Vegas

Airbus aposta em 160 razões para seu novo modelo.

 

H160 faz sua estréia internacional e promete revolucionar o mercado de asas rotativas

 

A Airbus apresenta pela primeira vez o H160 em uma feira internacional. O protótipo do modelo chegou em Las Vegas, onde participará da Heli-Expo, o maior evento dedicado a helicópteros no mundo, que começou dia 27 de fevereiro.

 

A Airbus Helicopters criou a campanha #H160ReasonsWhy para promover o H160, que garante ser capaz de revolucionar o segmento civil de asas rotativas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Esta aeronave é emblemática na transformação da empresa em todos os domínios do conceito e design ao modelo renovado de produção industrial”, afirmou Ben Bridge (foto), vice-presidente executivo de negócios globais da Airbus Helicopters.

 

Durante o evento são realizadas demonstrações diárias da manutenção no H160, focando na otimização dos processos e rotinas de oficina.

 

O fabricante europeu ainda exibe sua gama HGeneration, que promete melhorar a segurança e eficiência dos operadores dos modelos da marca. Também exibido um H125 em configuração policial, um H135 equipado com Helionix e o H145 em configuração de aviação privada e comercial.

 

A Airbus ainda apresenta o conceito CityAirbus, para uma aeronave elétrica auto pilotada projetada para transportar quatro passageiros em voos dentro da cidade.

Fonte: AeroMagazine por Edmundo Ubiratan

Airbus Helicopters H160 Arrives in Las Vegas for Heli-Expo 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

One of the big stories of the 2018 Heli-Expo show is Airbus’s new H160 medium-twin helicopter, which is making its U.S. debut. Prototype number two is on display at the show in Las Vegas before embarking on a three-month customer demonstration tour followed by high/hot testing in Leadville, Colorado. Airbus is aiming for certification next year.

 

The aircraft features an all-composite airframe, flat-floor cabin, oversize cabin windows, and a baggage compartment that can hold 661 pounds. Its cabin can be configured to seat four or eight passengers in executive/VIP layouts, or 12 in a utility configuration. The H160 also incorporates a variety of new technologies, among them Blue Edge active tracking main rotor blades in a five-blade system with a double sweep design that reduces noise and contributes to a smoother ride, and 10 to 15 percent better fuel consumption than the H155 family it replaces.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: AINonline by Kim Rosenlof

Hullo Aircrew Connects Freelance Pilots and Operators

 

London Oxford Airport-based hullo Aircrew has officially launched its software platform to connect business aircraft operators with freelance aircrew. The company aims to reduce the task of vetting aircrew and eliminate high agency fees for both operators and freelancers.

 

With its online platform, crewmembers can apply for jobs or operators can request work from aircrew directly after browsing personal profiles, complete with pilot training records and a calendar of availability. Hullo Aircrew takes a “small percentage” commission from jobs secured through the platform.

 

 

 

 

 

 

When a job is booked and validated, the operator submits the funds into an escrow account. Invoicing is done automatically post-flight and payment is then transferred from escrow directly to the crewmember’s bank account.

 

“The response to the platform has been overwhelming-we’ve already achieved seven times the sign-ups we predicted at our soft launch in December,” said hullo Aircrew CEO Keiron Blay. “We’re all aware of an increasing pilot shortage...in business aviation…but we’re hoping that by making it as easy as possible for operators to source aircrew, that their businesses will feel little to no impact from any challenges in supply.”

 

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

Brasil tem a 2ª maior frota de aviação agrícola do mundo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A frota brasileira de aviação agrícola somava 2.115 aeronaves no fim de 2017 e era a segunda maior frota de aviões e helicópteros do mundo voltados à atividade, apenas atrás dos EUA. Esse número representa um crescimento de 1,5% (32 aeronaves) na comparação com o ano anterior e de 46,2% nos últimos dez anos.

 

O levantamento foi realizado pelo consultor Eduardo Cordeiro de Araújo com base em informações do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

 

A frota dos EUA somava 3,6 mil aeronaves no ano passado e a do México, que ocupa o terceiro lugar no ranking global, 2 mil aviões e helicópteros. A Argentina, a quarta no ranking global, tinha 1,2 mil aviões e helicópteros no ano passado.

 

De acordo com o estudo, no ranking com 22 Estados, o Mato Grosso é o líder no tamanho da frota, com 464 aeronaves registradas; seguido pelo Rio Grande do Sul, com 427 aviões, e tendo São Paulo em terceiro, com 312 aeronaves. Minas Gerais foi o Estado que teve o maior crescimento (15,5%), passando de 71 aeronaves em 2016 para 82 no ano passado. Já a Bahia, que tinha 99 aeronaves em 2016, terminou o ano passado com 88 (- 11%).

 

O setor agrícola utiliza aeronaves para distribuir sementes e aplicar defensivos e fertilizantes nas lavouras. No Brasil, há 244 empresas de aviação agrícola que detêm quase 68% da frota nacional ou 1.435 aeronaves.

Fonte: Valor Econômico por Fernanda Pressinott

O esforço para reduzir emissões da aviação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pense: um avião comercial decola em São Paulo e aterrissa em Londres. Para cumprir o trajeto, queima combustível fóssil, produzindo emissões que, idealmente, precisam ser compensadas. Mas por quem e de que maneira? O fato é que as emissões dos voos comerciais internacionais não estão territorialmente vinculadas - ou seja, no caso do exemplo, não constituem ônus climático nem para o Brasil nem para a Inglaterra. Sua compensação cabe às próprias companhias aéreas, que respondem hoje por 2% das emissões mundiais, suficientes para colocar o setor no mesmo patamar de emissões das dez economias mundiais maiores geradoras de gases de efeito estufa (GEE).

 

Pior, se nada for feito, a aviação civil internacional é séria candidata à pole position dos maiores emissores do planeta em 2050, quando o aumento das viagens aéreas internacionais levará o setor a produzir um quinto das emissões globais.

 

19/02/2018 às 05h00 1 O esforço para reduzir emissões da aviação Por Pedro Soares Pense: um avião comercial decola em São Paulo e aterrissa em Londres. Para cumprir o trajeto, queima combustível fóssil, produzindo emissões que, idealmente, precisam ser compensadas. Mas por quem e de que maneira? O fato é que as emissões dos voos comerciais internacionais. O objetivo, entre 2020 e 2035, é não apenas reduzir o máximo de emissões, mas também compensar tudo o que exceda o patamar atingido na virada da década - é o chamado "crescimento carbono neutro pós 2020".

 

Materiais de fuselagem mais leves, uso de biocombustíveis e mudanças operacionais, como redução do tempo de taxiamento, são algumas saídas técnicas para a redução de emissões, mas exigem adaptações que não se fazem da noite para o dia. Se quiser zerar o inevitável aumento de emissões, o setor precisará utilizar também mecanismos alternativos de compensação, como a compra de créditos nos mercados de carbono.

 

Para regular as compensações, a Organização da Aviação Civil Internacional (Icao) criou um Esquema de Compensação e Redução de Emissões da Aviação Civil Internacional (Corsia, na sigla em inglês). O funcionamento do mercado de carbono que irá complementar ações internas de redução de emissões a partir de 2020 foi o tema que atraiu a Montreal grande presença de negociadores e representantes de instituições da sociedade civil de diferentes países, entre os dias 7 e 9 de fevereiro deste ano.

 

Projeções da Icao preveem a necessidade de compensar em torno de 2,5 bilhões de toneladas de GEE resultantes do aumento de voos internacionais - é praticamente o mesmo que o Brasil emitiu em 2016. Tal demanda, deverá canalizar cerca de US$ 12 bilhões para a compra de créditos de carbono nos próximos 15 anos.

 

Até o momento, 72 países já aderiram ao Corsia. O Brasil não é um deles e acena que só participará da terceira fase do programa, a partir de 2027.  As duas primeiras etapas, que vão de 2021 a 2023 e de 2024 a 2026, são de participação voluntária. Depois, a dobradinha redução/compensação torna-se mandatória até 2035.

 

Considerando as oportunidades e benefícios que esse novo mercado de carbono pode trazer, causa estranheza que o Brasil ainda não esteja à mesa de negociações, esforçando-se para um engajamento amplo das companhias aéreas brasileiras no acordo. No passado recente, o país já perdeu grandes oportunidades quando gerou a maior redução de emissões do mundo (ao diminuir em mais de 80% o desmatamento na Amazônia) e captou somente 6% dos aportes a que teria direito.

 

É verdade que o desmatamento amazônico voltou a crescer, gerando a perda de 6,5 mil km2 de florestas no último ano. E, sim, a região segue amargando uma participação ínfima de 8% no PIB nacional, embora responda por mais de 50% das reduções de emissões brasileiras. Mas a floresta continua sendo um capital valioso e sua conservação, combinada com o desenvolvimento de atividades sustentáveis, pode atrair parcela significativa dos investimentos do Corsia para a região. Além de complementar o aporte internacional para o combate ao desmatamento (que ainda se configura como a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil), esses recursos podem ser canalizados para o estabelecimento de novos modelos produtivos, que tragam benefícios sociais e econômicos para comunidades da floresta e produtores locais.

 

Sim, a adesão ao Corsia gerará custos para as companhias aéreas brasileiras, que passariam a compensar suas emissões adicionais após 2020. Projeções recentes da organização americana Environmental Defense Fund (EDF) estimam que o aumento médio nas tarifas aéreas internacionais, caso o Brasil se integre ao Corsia desde a primeira fase, seria de apenas US$ 4 a US$ 5 - valores que seriam convertidos em apoio a projetos de reduções de emissões e de promoção do desenvolvimento sustentável.

 

Os negociadores brasileiros no Corsia, no entanto, defendem que sejam elegíveis para o recebimento de recursos das companhias aéreas apenas projetos enquadrados no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), criado dentro do Protocolo de Kyoto. Parecem esquecer que a conservação das florestas amazônicas poderia gerar um ativo imediato, por meio do mecanismo de REDD+ (Reduções de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), alavancando recursos na escala necessária ao desafio de promover, na Amazônia, um novo modelo de desenvolvimento social e econômico que não dependa de novos desmatamentos.

 

Mas os ganhos não vão cair do céu. Os negociadores brasileiros precisam sentar à mesa da Icao e sinalizar abertura ao REDD+ e apoio a que as companhias aéreas nacionais assumam precocemente seu quinhão no esforço de mitigar os efeitos do aquecimento global e contê-lo a um máximo de 2 °C até o final do século. O embarque nessa empreitada é imediato e tem como destino a construção de um mundo ambientalmente mais tolerável para as gerações futuras.

 

Fonte: Valor Econômico por Pedro Soares, gerente do Programa de Mudanças Climáticas
e REDD+ do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam)

Aerospace Aviation Fuels Market Poised to Incur Steadfast Growth During 2017-2027

Aerospace aviation fuels are specialized fuels based on petroleum that are utilized to power aircrafts. Aerospace aviation fuels are generally of higher quality as compared to fuels used in road transport or heating applications. Earlier, conventional fuels such as jet fuels and aviation gasoline, etc. were the most commonly utilized aviation fuels. However, nowadays, the focus is shifting towards the utilization of cleaner and green fuels, such as biofuel, etc. Reduction of carbon emissions is one of the major concerns for the aviation industry. Since the aviation industry contributes significantly to the greenhouse gas emission, it is important for the aerospace aviation industry to move towards green and clean fuels such as Biofuels. Biofuel are renewable fuels derived from biomass which help in the reduction of emissions and also ensure energy security for the sector.

 

Global Aerospace Aviation Fuels Market: Segmentation

Globally, the Aerospace Aviation Fuels market can be segmented on the basis of type and application. Based on type, the aerospace aviation fuels market can be segmented into:

 

CONVENTIONAL FUELS

        • Aviation Gasoline

        • Jet Fuel

 

NON-CONVENTIONAL

        • Biofuels

        • Others (CNG, etc.)

 

Based on the application, the global aerospace aviation fuels market can be segmented into:

 

COMMERCIAL AIRCRAFTS

MILITARY AIRCRAFTS

 

Global Aerospace Aviation Fuels Market: Dynamics

With the expansion of the aerospace industry, there is increasing competition among aircraft fuel manufacturers. Nowadays, a large proportion of people opt for aeroplanes as a convenient way of transportation owing to its comfortness and affordability. Governments of various countries are focussing on the development of the aerospace aviation industry and thus, there has been a rise in demand for aerospace aviation fuels from military as well as commercial sectors. There has been significant growth in air traffic in the last two decades and there is an indication that the traffic will continue to expand over the next decade. Rising demand for bio-based fuels along with the rise in international trade is also expected to boost the aerospace aviation fuels demand. The aforementioned factors are expected to drive the global aerospace aviation fuels market in near future.

 

The key challenge identified in the global aerospace aviation fuels market for the manufacturers is to produce fuels with lower carbon emissions. Further, due to fluctuating price of crude oil, aircraft manufacturers are striving to reduce dependency on conventional fuels that are capable of impacting their profit margins. Aviation aerospace fuels account for a significant cost within the airline industry.

Traditionally, jet fuels which are extracted from crude oil under stringent regulations were utilized by the aviation sector. The rising air traffic is responsible for a significant amount of total energy consumption globally. Among the various conventional and non-conventional fuels available today, the most suitable and advanced substitute available is biofuel – it is a popular choice owing to its higher energy content. Utilization of biofuels is one of the key trends identified in the global aerospace aviation fuels market.

 

Global Aerospace Aviation Fuels Market: Region-wise Outlook

As far as regions are concerned, the aerospace industry is one of the most matured industries in developed regions, such as North America and Europe, which also represent a significant share in the global aerospace aviation fuels market. Aerospace aviation fuels contribute a significant share to the U.S. and Germany economies as the aerospace industry is the key contributor to the GDP of these countries. Further, developing countries in the Asia-Pacific, such as India and China are expected to expand at a significant CAGR over the forecast period owing to the rise in infrastructural investments.

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Fonte: The Financial February 21, 2018 - by Yogesh

Bombardier Chief Bullish on Business Jet Market

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bombardier Aerospace delivered 140 business jets in 2017, including 56 super-midsize Challenger 350s. (Photo: David McIntosh/AIN).

 

While Bombardier’s business jet delivery guidance for 2018 is flat at 135 units, company president and CEO Alain Bellemare is optimistic about the segment and is prepared to increase production volumes “if the market supports it,” he told financial analysts this morning. He described the business jet market sentiment as “positive,” with the company seeing increased sales in the fourth quarter - a trend he said has continued thus far this year.

 

This year “will be a pivotal year for Bombardier,” Bellemare said. “We are moving out of our investment cycle and into a strong growth cycle.” He said that one of the largest contributors to this growth is the Global 7000, which is set to enter service later this year and has a three-year backlog. Overall business jet backlog stood at $14 billion at year-end, down from $15.4 billion at the end of 2016.

 

The 140 business jet deliveries last year at Bombardier Aerospace were up five units from the company’s 2017 outlook, but fell 16.4 percent from the 163 jets it shipped in 2016. Last year’s shipments included 56 Challenger 350s, 45 Global 5000/6000s, 23 Challenger 650s, 14 Learjet 70/75s, and two Challenger 850s. In 2016, the mix was 62 Challenger 350s, 51 Globals, 26 Challenger 605/650s and 24 Learjets.

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

NBAA Identifies Top Safety Focus Areas for 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NBAA has released its annual list of Top Safety Focus Areas, topics identified by the NBAA Safety Committee as primary risk-mitigation targets for all business aircraft operators. These include: loss of control inflight awareness, reducing runway excursions, improving single-pilot operation safety and improving procedural compliance. “Business aviation safety is a cooperative, ongoing effort that demands a daily commitment to the highest levels of professionalism, and the Safety Committee’s annual list has continually proven to be an asset in this pursuit,” said NBAA President and CEO Ed Bolen. Review the Top Safety Focus Areas for 2018.

 

Click here to see PDF document (2018-top-safety-focus-areas.pdf).

Fonte: NBAA

Congonhas voltará a ter operações internacionais

 

 

 

 

 

 

O aeroporto de Congonhas (SP), segundo mais movimentado do país, voltará a receber voos internacionais. Uma experiência-piloto será conduzida pela Infraero entre os dias 9 e 18 de março, um pouco antes da abertura e um pouco depois do encerramento do Fórum Econômico Mundial, cuja versão latino-americano foi marcada para a capital paulista.

 

As operações vão se restringir exclusivamente a jatinhos de empresários. A Receita e a Polícia Federal já concordaram em montar seus postos de imigração e de inspeção aduaneira pelo prazo determinado, segundo a Infraero.

 

Depois disso, o objetivo é tornar permanente a internacionalização de Congonhas para voos executivos, o que não acontece há dez anos. "Hoje um empresário estrangeiro que venha para uma reunião de negócios em São Paulo só pode pousar em Guarulhos ou em Viracopos", afirma o presidente da estatal, Antônio Claret.

 

De acordo com ele, não se planeja estender a chegada ou a partida de voos internacionais para a aviação comercial. Mas é preciso aproveitar melhor a vocação de Congonhas, que tem "provavelmente o metro quadrado mais caro" do Brasil, observa.

 

Por isso, a Infraero acaba de livrar uma área de quase 7 mil metros quadrados no segundo andar do saguão central, que fica acima da entrada para as salas de embarque. Todos os funcionários que não cuidam diretamente da operação aeroportuária serão realocados, porque se trata de espaço nobre, que pode ser usado para bares, lanchonetes ou escritórios compartilhados.

 

Congonhas gera lucro de R$ 280 milhões a R$ 300 milhões para a Infraero (o valor exato não é divulgado) e representa o maior superávit de sua rede. O governo havia incluído o aeroporto na lista de concessões para 2018, mas voltou atrás. "Seria um desastre total para o futuro da empresa", diz Claret. Segundo ele, outras iniciativas para aumentar a rentabilidade estão previstas, como a relicitação do estacionamento nos próximos meses.

Fonte: Valor Econômico por Daniel Rittner

Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica vai absorver os serviços de meteorologia aeronáutica e de defesa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A integração dos órgãos operacionais de Meteorologia Aeronáutica, a partir da ativação do CIMAER, proporcionará a otimização de recursos e o aumento da eficiência da prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica.

 

Com a crescente evolução tecnológica, os serviços relacionados com a meteorologia ao longo dos últimos anos vêm sofrendo uma radical transformação no seu processo de interação com a sociedade.

 

Cada vez mais, pessoas e grandes áreas da economia do País se tornam dependentes das informações meteorológicas para os seus planejamentos, seja diário ou, até mesmo, por grandes períodos.

 

A Meteorologia Aeronáutica, que está voltada especificamente para as atividades aéreas com foco na segurança e a na economia, também sofreu grande transformação na sua forma de prestação de serviço, aliando diversos meios automatizados capazes de monitorar e analisar o tempo em toda a atmosfera terrestre de forma a permitir, gradualmente, prognósticos mais assertivos e pontuais.

 

A prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica é realizada por diversos Centros espalhados pelo País, resultando, por vezes, na redundância de pessoal, atividades e funções. Com a reestruturação do serviço de Meteorologia Aeronáutica, em consonância com a Diretriz do Comando da Aeronáutica - DCA 11-45, que trata da Concepção Estratégica – Força Aérea 100, e a DCA 11-53, referente a Reestruturação da Força Aérea Brasileira,  foi idealizado o Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (CIMAER). A nova unidade militar estará subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e tornará possível a otimização de recursos e o aumento da eficiência na prestação do serviço para o apoio no gerenciamento de tráfego aéreo (ATM).

 

Alinhado às metas previstas para a adaptação à aviação do futuro, a Meteorologia Aeronáutica ganha grande destaque pela busca do fornecimento de informações meteorológicas precisas e oportunas, que contribuirão, sobremaneira, para a garantia da eficiência do Sistema ATM do futuro e sua fluidez em um cenário com expressivos aumentos da demanda pelo espaço aéreo e dos recursos aeroportuários.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMO FUNCIONA HOJE

O Serviço de Meteorologia Aeronáutica no Brasil é de responsabilidade do Comando da Aeronáutica (COMAER), executado pelo DECEA, que conta com o apoio de uma Rede de Centros e Estações Meteorológicas de Superfície, Altitude e de Radares Meteorológicos, do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA) e do Centro Nacional de Meteorologia Aeronáutica (CNMA).

 

As atividades de Meteorologia Aeronáutica, bem como a atual estrutura de Centros e Estações Meteorológicas do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB), foram baseadas nas recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), data da década de 1970, apesar de atualizada regularmente. Apesar dos avanços tecnológicos ocorridos e a busca por maior eficiência dos serviços pelos usuários, o serviço de Meteorologia Aeronáutica mantém quase a mesma estrutura e modelo operacional por décadas.

 

Com os novos requisitos estabelecidos no Plano de Implantação do ATM Nacional, o DECEA, no que se refere ao gerenciamento e operação desta atividade, necessitou estabelecer novos processos de gerência e otimização de meios de forma a atender a essas novas demandas. Foi proposto, então, que os serviços prestados pelos principais Centros Meteorológicos fossem integrados e prestados por um único Centro com abrangência nacional, o CIMAER, que - por intermédio da Meteorologia de Defesa, deverá apoiar as  atividades de Defesa, especificamente voltadas à aviação militar.

 

As principais atividades relacionadas à Meteorologia Aeronáutica, no âmbito do SISCEAB, compreendem a Meteorologia Operacional, sendo a coleta, a geração e a divulgação de informações meteorológicas subsidiadas pelas Redes de Centros e Estações Meteorológicas e a Climatologia Aeronáutica.

 

A TRANSIÇÃO

O DECEA está iniciando o processo da absorção das atividades dos Centros Meteorológicos e da Climatologia Aeronáutica - ativando, em 31 de janeiro, o Núcleo do Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica (NuCIMAER), com sede na Ponta do Galeão, Rio de Janeiro, nas instalações da extinta Segunda Força Aérea (FAe2).

 

No dia 1º de fevereiro, as instalações do NuCIMAER foram visitadas pelo diretor-geral do DECEA, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, que esteve acompanhado de comitiva de oficiais do DECEA e do CGNA. Na ocasião, o especialista em Meteorologia designado para chefiar o NuCIMAER, Tenente-Coronel P. Gomes, apresentou as atividades iniciais da implantação do Núcleo e das necessidades básicas primordiais de instalação.

 

O oficial citou, ainda, os incrementos da nova Unidade, como a melhoria na pronta resposta ao usuário com previsões mais precisas e harmônicas; e - principalmente, a melhoria na vigilância das condições meteorológicas do espaço aéreo brasileiro.

 

Em seguida, expôs a estrutura básica do CIMAER, que tem, além das divisões operacional, administrativa e técnica, uma específica de pesquisa e desenvolvimento.  Sobre as ações futuras, o Tenente-Coronel P. Gomes falou do plano de gestão sustentável dos recursos energéticos, hídricos e de resíduos sólidos que será implementado, de acordo com o Plano de Logística Sustentável.

 

O NuCIMAER proverá as gestões administrativas e conduzirá as ações necessárias à implantação do futuro CIMAER, com previsão de inauguração para março de 2019. A nova organização prestará o serviço de Meteorologia Aeronáutica no âmbito do DECEA, com a finalidade de planejar, gerenciar, controlar e executar as atividades de Meteorologia Aeronáutica no Brasil.

 

As células de meteorologia destinadas a prover a interação entre o CIMAER e os órgãos de tráfego aéreo (Centros de Controle de Área - ACC; Centro de Operações Militares - COpM; Controles de Aproximação - APP; APP aglutinados “TRACON” e Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea - CGNA) deverão ser ativadas em 1º de outubro de 2018.

 

A partir de março de 2019, deverá ocorrer a desativação dos Órgãos Operacionais de Meteorologia Aeronáutica absorvidos pelo CIMAER, sem prejuízo dos serviços prestados.

 

O diretor-geral do DECEA destacou vários aspectos positivos com a ativação do CIMAER, como a valorização e a oportunidade de aprimoramento da carreira do meteorologista, profissional importantíssimo para a navegação aérea, seja graduado ou oficial: "O meteorologista terá a oportunidade de compartilhar e trocar suas experiências num ambiente centralizado - além de oferecer um serviço confiável ao usuário".

 

A INTEGRAÇÃO

A implementação do CIMAER contribuirá para a elevação do nível de integração com o gerenciamento de tráfego aéreo (ATM), permitindo o aperfeiçoamento da prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica e fornecendo produtos meteorológicos que sintetizem as restrições e impactos para a aviação.

 

Para o chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, o Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo do Nascimento, esta evolução na prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica torna-se imperativa para a eficiência do sistema ATM do futuro: "As informações meteorológicas, de forma oportuna e precisa, contribuirão para a otimização de todo o Sistema, permitindo voos mais seguros e mais curtos, rotas aéreas otimizadas, menos emissão de CO², entre outros".

 

A estimativa é que a implementação do CIMAER permita eliminar redundâncias, atualmente desnecessárias, dos serviços causados pela descentralização dos órgãos operacionais de meteorologia, além de proporcionar, em nível nacional, a harmonização das previsões e o contínuo acompanhamento na evolução dos fenômenos meteorológicos adversos que impactam a aviação.

 

Com a operação centralizada dos radares meteorológicos será possível estabelecer estratégias de operação de maior complexidade, adequadas às condições de tempo, visando ao monitoramento de áreas no extenso território nacional que requeiram maior atenção devido às condições meteorológicas adversas. Dessa forma, proporcionará o acesso centralizado a todas as informações colhidas pela Rede de Radares Meteorológicos do SISCEAB, em tempo real, permitindo a confecção e o envio de produtos com áreas de alertas distintas, a exemplo de produtos como: ocorrência de gelo,  turbulência, direção e velocidade de deslocamento e intensidade das formações.

 

A integração dos órgãos operacionais de Meteorologia Aeronáutica, a partir da ativação do CIMAER, proporcionará a otimização de recursos e o aumento da eficiência da prestação do serviço de Meteorologia Aeronáutica.

Fonte: DECEA

Reportagem: Daisy Meireles

Fotos: Luiz Eduardo Perez Batista

ANAC - Avalie a qualidade dos serviços prestados pela ANAC em 2018

 

A partir de agora, os agentes regulados interessados em avaliar a qualidade dos serviços prestados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em 2018 podem acessar a nova versão da Pesquisa de Satisfação (clique no link para acessar), disponível no Portal da Agência ou pelo link enviado por e-mail na conclusão da prestação do serviço.

 

Participar da pesquisa ficará mais fácil com a nova edição, que permite acesso ao formulário da pesquisa em diversas plataformas, como tablets e smartphones. Outra alteração foi a inclusão de versões do formulário nos idiomas inglês e espanhol para atingir também os agentes regulados estrangeiros da ANAC.

 

A avaliação dos regulados sobre a qualidade dos serviços prestados ou solicitados pela Agência permite à ANAC analisar e identificar pontos com necessidade de melhoria nos processos e procedimentos a partir do ponto de vista dos clientes desses serviços.

 

Ao final de cada trimestre, a Ouvidoria da Agência (clique no link para acessar) reúne os resultados das pesquisas do período e prepara relatório analítico sobre a qualidade dos serviços prestados encaminhando-os às áreas técnicas e à Diretoria da Agência. Os resultados de 2017 estão disponíveis neste link ou aqui (clique nos links para acessar).

Fonte: ANAC

Zach Lovering published: Vahana’s First Flight a Success

 

Today marks a historic day for Airbus, A³, and the Vahana team. We can now announce our successful first flight. At 8:52AM on January 31, 2018 in Pendleton, Oregon, our full-scale aircraft, dubbed Alpha One, reached a height of 5 meters (16 feet) before descending safely. Its first flight, with a duration of 53 seconds, was fully self-piloted and the vehicle completed a second flight the following day. In attendance was the full Vahana team, representatives from the FAA, and A³ leadership, all coming together to witness this historic accomplishment.

 

Our aim has long been to design and build a single passenger electric VTOL self-piloted aircraft that will answer the growing need for urban mobility. Our goal is to democratize personal flight by leveraging the latest technologies such as electric propulsion, energy storage, and machine vision. Our first flights mark a huge milestone for Vahana as well as the global pursuit of urban air mobility.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vahana’s First Flight

 

After two years of planning and building, we are thrilled to see our efforts culminate in successful flight. It’s thanks to the perseverance and dedication of our brilliant people and partners - including the Pendleton UAS Range and MTSI - as well as our extended Airbus family, that we can celebrate today. Getting Vahana to this point, and at this pace, has tested our ingenuity and our resolve. Tomorrow we’ll start on the next steps of our journey.

 

Following the completion of this successful test, the Vahana team will continue development and perform further flight tests to transition and forward flight. We also have identified a new partner for our motors, MAGicALL. The California-based company designs and manufactures custom, cutting-edge components (motors, generators, inductors, transformers, etc.) with impressive performance on rapid and affordable delivery schedules. We will begin using the MAGicALL motors soon, and will provide additional technical details and insight. We’re excited to continue with this project and look ahead to celebrating future milestones together.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Specifications for the Vahana test aircraft flown on January 31, 2018 are as follows:

  • Width: 6.2 m / 20.3 ft

  • Length: 5.7 m / 18.7 ft

  • Height: 2.8 m / 9.2 ft

  • Takeoff Weight: 745 kg / 1642 lb

  • VIDEO: click here.

Fonte: Zach Lovering

Project Executive - Vahana

About Zach Lovering: After completing his M.S. in Aerospace Engineering with a focus on Controls and Fluids, Zach went on to work at Helicopter Technology Company where he focused on deploying high performance rotor blades for the MD500 and UH1H helicopters. Afterwards, he spent the next 4¼ years at Zee Aero working with the structures, propulsion, and aerodynamics teams. Zach is now the Project Executive for Vahana, A³’s self-piloted electric aircraft project.

Fonte: Airbus

EM PROFUNDIDADE: vídeo de 31 minutos do esclarecedor encontro na primeira Conferência da AIAA em 2018 (American Institute of Aeronautics and Astronautics).

 

Airbus Flying Car Paves The Way to Multiple Flying Vehicles.

On February 1 Vahana, the Self-Piloted, eVTOL* aircraft from A³ by Airbus, successfully completed the first full-scale test flight, reaching a height of 5 meters (16 feet) before descending safely. “One car, however, will not satisfy the requirements of everybody”. A multitude of different vehicles and design will populate the skies and some, like UBER, already have visions and prototypes. Constraints and opportunities were presented by UBER, Airbus and others at a recent AIAA conference (American Institute of Aeronautics and Astronautics) on Jan. 2018. * eVTOL: Electric Vertical Takeoff and Landing.

Fonte: AIAA

PC-24 Brings PlaneSense Fleet to 41 Aircraft

 

 

 

 

 

 

 

 

Ceremonial hand-off from Pilatus Aircraft to PlaneSense of the first production Pilatus PC-24 jet brings the fractional provider’s fleet to more than 40 aircraft. In addition to the new Swiss light jet, the Portsmouth New Hampshire-based company operates 36 PC-12 turboprop singles and four Nextant 400XTis.

 

PlaneSense, which has already sold out shares in the first PC-24, expects to receive at least two more of the new twinjets within the next 12 months and two more next year. Its Nextant 400XTis will eventually be phased out as the PlaneSense PC-24 fleet swells.

 

The first PC-24 arrived at the PlaneSense headquarters with its new FAA registration: N124AF, representing the first PC-24 and following the pattern set when the company received its first PC-12 in 1992: N112AF. The AF designation on all PlaneSense aircraft stands for Alpha Flying-the aircraft management firm owned by PlaneSense founder, president, and CEO George Antoniadis before it morphed into the current company.

 

In total, PlaneSense has received more than 60 PC-12s as it sold off older aircraft to keep its fleet fresh. As new aircraft receive an AF suffix, aircraft sold are not only re-registered to replace the PlaneSense N-number, but are also refurbished to eliminate all PlaneSense distinctions.

 

Each PlaneSense PC-12 logs some 1,000 hours annually, according to Antoniadis, who noted that, last year, the fleet covered 9 million miles, logged 36,000 hours, flew to 840 different airports in 47 U.S. states, and carried more than 3,000 passengers.

Fonte: AINonline by Gordon Gilbert

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