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Demanda por novos helicópteros no segmento offshore abre mercado para construção de hangares

Especialistas apontam para uma demanda crescente de helicópteros para atender a indústria de óleo e gás nas chamadas movimentações offshore, falam em até 100 novas aeronaves de asa rotativa de grande porte para os próximos anos e o Rio de Janeiro já registra um aumento da frota acima da média nacional. Todo o aparato está gerando uma demanda por hangares de helicópteros próximos às regiões de exploração de óleo e gás, mas faltam arquitetos especializados em projetos aeronáuticos.

 

Desde 2005, todo o transporte de passageiros para as plataformas de exploração de óleo e gás é feito com o uso de helicópteros e as estimativas é de que envolvam um milhão de passageiros ao ano e algo em torno de 170 aeronaves dedicadas.

 

“As operações offshore se caracterizam pelo transporte de passageiros da costa para as plataformas, que vêm se tornando cada vez mais distantes em especial no pré-sal, e um projeto arquitetônico para um hangar offshore tem que levar em consideração esta rotina, o volume de passageiros embarcados, as aeronaves em uso hoje e no futuro próximo, entre outras demandas”, disse Ernani Maia, arquiteto da Maia Arquitetura. Para o profissional, que está finalizando inclusive um projeto de hangar no Rio de Janeiro, os desafios de um projeto aeronáutico vão além da arquitetura em si, contemplam os detalhes regulatórios e do negócio propriamente dito.

 

Recentemente, Maia entregou o hangar de FBO (Fixed-based Operator) da Embraer em Sorocaba, projeto e gerenciamento da Maia Arquitetura. “Escritórios especializados são capazes de entender a demanda do cliente do segmento aeronáutico, mas acima de tudo entregar uma obra acabada, pronta para entrar em operação e em conformidade com todos os requisitos do setor”, explica.

 

Maia também está iniciando o desenvolvimento de um projeto para uma indústria de helicópteros na região metropolitana de São Paulo o que reforça os sinais de que o mercado deverá se manter aquecido no Brasil nos próximos anos.

Fonte: Revista Fator (27/06/2014)

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