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Semana Safety de novembro será realizada em Salvador

Estão abertas as inscrições para a sexta edição da Semana Safety que será realizada dos dias 27 a 30 de novembro em Salvador. O evento, organizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), ocorrerá no auditório do hotel Golden Tulip, localizado na Rua Monte Conselho, 505, no bairro Rio Vermelho.

 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 21 de novembro pelo Portal de Capacitação da ANAC (clique no link para acessar).

 

Os interessados deverão se inscrever para cada dia de evento que tiverem interesse. Confira a programação completa da Semana Safety de Salvador (clique no link para acessar).

 

SEMANA SAFETY

A Semana Safety foi criada com o objetivo de consolidar, em um único evento, as ações voltadas à segurança operacional. A primeira edição do evento foi realizada em Curitiba, entre os dias 22 e 24 de maio. Em junho, nos dias 20 e 21, foi a vez de São Paulo (SP) receber o evento. A terceira edição da Semana Safety ocorreu em Manaus, de 24 a 26 de julho. Goiânia sediou a quarta edição da Semana Safety, dos dias 21 a 24 de agosto. Já a quinta edição da Semana foi realizada em Porto Alegre entre os dias 23 e 25 de outubro.

 

Fonte: ANAC

DECEA: Novos critérios de mínimos para decolagens de voos por instrumentos otimizam as operações aéreas

As mudanças visam aumentar a eficiência e a capacidade aérea, mantendo os mesmos níveis de segurança. Entrarão em vigor a partir de 8 de novembro, as novas regras referentes aos critérios de determinação dos mínimos para decolagens nos aeródromos de todo o Brasil. A mudança vale para as operações de voos por instrumentos (IFR).

 

De acordo com o coordenador do projeto, Tenente Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Márcio André da Silva, as alterações têm o objetivo de otimizar as operações aéreas, possibilitando a utilização da tecnologia embarcada e da infraestrutura aeroportuária para viabilizar ganhos operacionais de acessibilidade do aeroporto. “A principal finalidade é ter menos tempo de interrupção das operações em condições meteorológicas adversas”, esclarece.

 

Os critérios foram definidos com base na legislação da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e da Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea (EUROCONTROL). “O trabalho reuniu as melhores práticas de cada norma estudada, mantendo os mesmos padrões de segurança”, acrescenta o Tenente André.

Segundo o Capitão Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Cristian da Silveira Smidt, um dos integrantes do GT, a nova legislação visa corrigir possíveis falhas na antiga regra. “Do ponto de vista do usuário, a falta de clareza dos mínimos regulares para decolagem, em termos de teto (medida da altura presente da base das nuvens sobre o aeródromo) e visibilidade, podem gerar dúvidas, o que possivelmente resultaria em restrições operacionais desnecessárias”, explica.

 

O Aeroporto Santos Dumont é um bom exemplo da possibilidade de melhoria do novo critério. Muitas vezes, devido ao mau tempo, as aeronaves ficam no solo aguardando a melhoria da visibilidade para poder decolar. “Com o novo critério, os mínimos operacionais de decolagem poderão ser de 800 metros de visibilidade e o tempo de espera em função da meteorologia tenderá a reduzir”, afirma o Capitão Cristian.

 

Será de responsabilidade do operador determinar o mínimo de decolagem para sua aeronave, de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo DECEA na nova legislação.

O projeto contou com a participação e consulta dos profissionais do Subdepartamento de Operações (SDOP) do DECEA, do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), além dos Órgãos de Controle de Tráfego Aéreo dos Regionais e pilotos.

 

FLUIDEZ, EFICIÊNCIA E SEGURANÇA

De acordo com o piloto de linha aérea Arnaldo Pieper, os novos critérios de mínimos para decolagem IFR, além de alinharem os padrões brasileiros com as melhores práticas internacionais, resultam em um acesso mais eficiente e flexível ao espaço aéreo brasileiro, sem prejuízos da segurança. “Isto resulta em maior economia de combustível e um modelo mais funcional de operações. A atuação do DECEA envolvendo os stakeholders da aviação brasileira em um processo colaborativo é exemplar e altamente sinergético”, avalia.

 

Para o chefe do SDOP do DECEA, Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino, as novas regras trarão benefícios para os usuários do transporte aéreo, além de melhorar a operacionalidade do aeroporto. “Possibilitará uma redução significativa dos mínimos operacionais, tornando as operações menos suscetíveis às condições meteorológicas, aumentando a eficiência e mantendo os mesmos níveis de segurança”, ressalta o oficial-general.

 

 

Fonte: DECEA

Safety Standdown Strives to Normalize Excellence

Bombardier Safety Standdown opened today with chief safety leaders from the FAA, NTSB, and the business aviation community highlighting this year’s theme of "Normalization of Excellence" to upwards of 700 attendees.

 

Entering its third decade, attendance has grown to the point where Bombardier did not have enough space for the 100 more who hoped to attend. Over the years, the event has attracted more than 10,000 people (combined) and scores more listening in to the event that is now webcast online.

Andy Nureddin, vice president of customer support and training for Bombardier, pointed to the shared passion for safety that has stemmed from Bombardier Safety Standdown and reiterated that “our community can’t afford to take safety for granted.”

 

Also opening safety standdown was John DeLisi, director of the National Transportation Safety Board’s Office of the Aviation Safety, who highlighted the safety record of the U.S. Part 121 operators—which went nine years without a fatal accident until just this past spring—and said now is the time to focus on Part 91 and 135.

 

A perennial favorite at Safety Standdown, Convergent Performance’s Tony Kern outlined the importance of being a “grinder.” He pointed out top golfers who were grinders—they do not dwell in their mistakes but push through and look to the opportunity to take new shots. Kern encouraged the audience not to fall into the handcuffs of mediocrity that can come with experience over time. Instead, he challenged them to be a grinder, strive for a high level of professionalism that he said is “normalized excellence.”

 

Noting the importance of maintaining not only safety but the perception of safety for the industry, NBAA v-p of regulatory and international affairs Doug Carr pointed to his association’s recent reaffirmation of its commitment to safety with the signing of its safety policy letter earlier this month. Carr lauded the many participants willing to collect and share data to help build on the safety record, and encouraged audience members who have not yet begun such practices to reach out to those who do to learn how to overcome obstacles to data sharing.

 

Michael Zenkovich, deputy executive director for the FAA’s Flight Standards Service, emphasized that “we’re all on the same team,” adding that while rules and regulations are important, they must come in concert with a strong safety culture.

 

Fonte: AINonline by Kerry LInch

NOTÍCIAS MÊS 10/2018

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