ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA
 DE AVIAÇÃO GERAL

 R. Coronel Tobias Coelho, 147
 Aeroporto - São Paulo - SP
 Tel: +55 (11) 5032-2727
 Fax: +55 (11) 5031-1900

 

Javascript DHTML Drop Down Menu Powered by dhtml-menu-builder.com

Movimento de passageiros em 2011

A INFRAERO disponibilizou as estatísticas de 2011 de seus 66 aeroportos. Como esperado, o Aeroporto de Goiânia bateu novamente um recorde no número de passageiros transportados, atingindo a expressiva marca de 2.783.717 passageiros. Este número representa um crescimento de 18% em comparação ao ano de 2010.

Outro área que houve um enorme crescimento no Aeroporto de Goiânia, foi relacionado ao transporte de carga. Em comparação ao ano de 2010, houve um aumento de 50% no transporte de carga, isso se leva em conta a chegada da RIO no transporte da rede postal noturna e o aumento das ofertas da companhias em seu segmento de carga. Em 2011, Goiânia transportou 8.678.700 Kg.

Para 2012, a expectativa é que o Aeroporto de Goiânia ultrapasse a marca de 3 milhões de passageiros, isso é devido à chegada de novas companhias e o aumento de voos das atuais.

Fonte: GYN Online

 

Campo de Marte recebe painéis de energia solar

O Aeroporto do Campo de Marte/SP recebeu nesta semana nove painéis para captação de energia solar. A instalação dos equipamentos faz parte de projeto piloto da Infraero para a utilização de formas alternativas de geração de energia em diversos aeroportos de São Paulo.

Os módulos atendem ao prédio administrativo do local, gerando uma quantidade média de 250 quilowatts-hora (kWh) por mês. A estimativa é que o sistema contribua com cerca de 20% da utilização da energia do edifício em que está instalado. Foram investidos cerca de R$ 28,9 mil na aquisição e implantação do sistema.

Fonte: Flight Market

Criação do Ministério da Aeronáutica impulsionou a aviação no Brasil

Faltavam pilotos, aeronaves, pistas, equipamentos, mão-de-obra especializada, normas de segurança, indústrias para o setor e pesados investimentos, dentre outros problemas, no momento em que o Ministério da Aeronáutica foi criado, em 20 de janeiro de 1941.

Pelo mundo, a aviação avançava como promissor e revolucionário meio de transporte, além de estratégica ferramenta para a defesa das nações. No Brasil, as áreas correlatas ao setor estavam distribuídas ou sequer existiam ainda. Era preciso recomeçar e repensar o modelo que levaria o país ao seu futuro.

Nas palavras do primeiro Ministro da Aeronáutica, Joaquim Pedro Salgado Filho, os desafios eram muitos. “A aviação civil, na época, era mais voltada para a área esportiva em incipientes aeroclubes. Os pilotos comerciais recebiam treinamento dentro das próprias companhias que os empregavam. Era imprescindível despertar o interesse da juventude para a carreira de aviador. Havia um medo generalizado por essa atividade, devido ao número assustador de acidentes aviatórios, a maior parte causada pela imprudência dos pilotos. Reverter esse quadro seria um desafio difícil de ser vencido e dependeria de uma grande campanha de divulgação das vantagens desse meio de transporte e do progresso que a aviação representava”, segundo o ministro.

Naquele momento, a fabricação de aviões de treinamento era incipiente. As empresas existentes não produziam motores e dependiam as importações. Além disso, o número de aviões era insuficiente, faltavam mecânicos e especialistas para a frota. Na aviação militar, Exército e Marinha tinham suas próprias escolas de pilotos, oriundas de diferentes linhas de instrução – uma francesa e outra alemã/inglesa.

A ideia de um ministério específico para o setor não era uma novidade. As discussões no Brasil começaram no final dos Anos 20 e ganharam força na década seguinte (1935), com o lançamento de uma campanha para a criação do Ministério do Ar, sob a influência de países como a França. Por aqui, persistiam as discussões a respeito de qual instituição lideraria o processo. As atividades correlatas à aviação estavam distribuídas - o Ministério da Viação e Obras Públicas, por exemplo, incluía o Departamento de Aviação Civil (DAC), criado em 1931.

Naquele momento, com a criação do novo órgão, Salgado Filho assumiu o comando da Aeronáutica brasileira – a aviação civil, a infraestrutura, a indústria nacional do setor e as escolas de formação de mão-de-obra – e do seu braço-armado, a Força Aérea Brasileira (FAB), criada com o novo ministério a partir das aviações da Marinha e do Exército. A ele, coube a difícil tarefa de edificar o alicerce do poder aéreo brasileiro.

Nesse contexto, a Segunda Guerra trouxe ao país um grande incentivo para organizar a sua aviação, sobretudo depois de iniciada a batalha do Atlântico Sul. Com o afundamento de navios brasileiros, a aviação militar teve de assumir o patrulhamento do litoral e, mais tarde, acabou enviada à Itália, para combater com os aliados.

Em 1941, a Aeronáutica criou a Diretoria de Rotas com a missão de promover o desenvolvimento da infraestrutura e da segurança da navegação aérea no país. Décadas mais tarde, esse núcleo daria origem ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que gerencia o tráfego aéreo militar e civil no país.

De 1942 a 1943, mais de cem aviões Fairchild PT-19, um biplace monoplano de asa baixa, foram trazidos em voo dos Estados Unidos para a instrução primária de pilotos brasileiros. Até 1947, 220 foram produzidos na Fábrica do Galeão, dentro do esforço de guerra e pelo crescimento da aviação no país. Na mesma década, a fábrica de aviões de Lagoa Santa (MG) entrou em funcionamento e produziu, sob licença, aeronaves T-6.

A Campanha Nacional de Aviação, liderada pelo Ministério da Aeronáutica, reunia empresários, aeroclubes e o próprio governo para a expansão do setor no país. Por trás das ações, estava o esforço de guerra - ocorreram campanhas de arrecadação em todo o país, de dinheiro, de alumínio para a construção de aviões, de doações de aeronaves.

“É preciso que se compreenda que, cada avião de treinamento básico adquirido e doado a aeroclubes, significa, no mínimo, a formação de três pilotos para a nossa reserva da Aeronáutica. O curso de piloto civil feito nos aeroclubes pode ser considerado o jardim da infância da ciência aviatória. Incentivar a formação de pilotos civis em nosso país, significa garantir a formação de pilotos militares da reserva da Aeronáutica. Necessitamos, desesperadamente, nesse momento, de pelo menos dois mil pilotos para se estruturar a defesa do Brasil”, afirmou o ministro Salgado Filho.

O Ministério da Aeronáutica refundou as escolas de formação de pilotos e de especialistas, criou normas para evitar a competição predatória entre as empresas aéreas, inaugurou novas fábricas e escolas civis. O Brasil firmou acordos internacionais sobre transporte aéreo com diversos países, como França, Estados Unidos, Suécia, Dinamarca, Noruega, Reino dos Países Baixos, Portugal, Suíça, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

O Correio Aéreo Militar, antes realizado pelo Exército (no interior do país) e pela Marinha (no litoral), é transformado no Correio Aéreo Nacional.

De 1942 a 1949, a Companhia de Aeronáutica Paulista produziu 777 aviões paulistinhas, um monoplano de asa alta, que serviu à formação inicial de pilotagem em aeroclubes ao longo da Segunda Guerra. Alguns desses “Paulistinhas” chegaram a ser exportados. Logo nos dois primeiros anos de existência, O Ministério da Aeronáutica adquiriu 500 aviões de treinamento e os distribuiu para 400 cidades em todo país.

Diversas concessões foram fornecidas para a exploração do transporte aéreo no país. No decorrer de 1942, as linhas aéreas brasileiras ultrapassaram as fronteiras do país, chegando aos países vizinhos, aos Estados (1943) e à Europa (1946).

Ao longo de 1943, a Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu aeronaves Catalina e T-6 para preparação de seus pilotos, particularmente para o patrulhamento da costa e treinamento de aviadores, respectivamente. O litoral era vigiado por dirigíveis, ou Blimps, que utilizavam radares da época para a localização de submarinos e que ajudavam em operações de salvamento de náufragos, vítimas dos ataques inimigos.

No mesmo ano, a FAB criou sua primeira unidade de aviação de caça. Depois de receberem treinamento nos Estados Unidos e no Panamá, os militares brasileiros foram enviados à Itália, onde lutaram contra o nazismo, no apoio dos aliados, e na campanha da Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Quando o ministro Salgado Filho deixou a pasta, no final de 1945, existiam 580 aeroportos funcionando no país, a maioria com pistas asfaltadas (70%). A Escola de Aeronáutica dos Afonsos havia quadruplicado a capacidade de formação de pilotos, chegando a 200 alunos. A Escola Técnica de Aviação de São Paulo, importada dos Estados Unidos, chegou a formar 3.500 especialistas. “O Brasil está empenhado em grandes preparativos para tornar-se uma potência aérea independente”, chegou a afirmar o ministro em visita à Europa.

Com mais investimentos, aeronaves e pilotos, as horas de voo na Escola de Aeronáutica dos Afonsos, no Rio de Janeiro, saltaram de 3,6 mil em 1940 para 25,9 mil em 1943. “Deixei uma frota de cerca 1.500 aviões militares em condições de uso, cerca de 3.000 pilotos treinados e 15 bases aéreas instaladas”, disse o ministro.

Na década de 40, o Ministério aprovou regulamento para o Serviço de Investigação de Acidentes Aeronáuticos, uma atividade voltada para a prevenção de acidentes. Foi nesse período também que a Aeronáutica deu os primeiros passos para a criação de um núcleo de referência em ensino, pesquisa e formação de mão-de-obra qualificada para a aviação, o atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP).

Fonte: Agência Força Aérea

 

Assinado contrato para projetos de obras no Aeroporto da Pampulha

A Infraero assinou nesta segunda-feira (23/1) o contrato para a elaboração dos projetos básico e executivo das obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha – Carlos Drummond de Andrade (MG). Os serviços terão início após a emissão da Ordem de Serviço, prevista para o primeiro semestre deste ano. Após essa etapa, o prazo para a execução e entrega dos trabalhos será de 240 dias. Ao todo, R$ 174 mil serão investidos nos projetos.

De acordo com o planejamento da Infraero, o aeroporto receberá melhorias como a reforma da fachada e climatização do Terminal de Passageiros, ampliação da área de desembarque e adequações de acessibilidade. O projeto também prevê a reforma do estacionamento, com a criação de novas vagas, e reforma e ampliação dos balcões de check-in.

“A elaboração dos projetos é um avanço nas ações para aperfeiçoar a infraestrutura do aeroporto. Este passo, assim como as obras da nova torre de controle demonstra o empenho da Infraero para oferecer infraestrutura de qualidade para os usuários”, afirmou o superintendente em exercício do Aeroporto da Pampulha, Pedro Paulo e Silva.

Fonte: INFRAERO

 

Peças de aviões da Vasp serão vendidas

Cerca de 80 mil peças pertencentes a antigos Boeings e Airbus da companhia aérea Vasp começaram a ser vendidas quinta-feira, 26, numa espécie de garage sale no Parque de Peças da empresa, localizado no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

A iniciativa é voltada principalmente a empresas de manutenção de aeronaves e faz parte do programa Espaço Livre – Aeroportos, da Corregedoria Nacional de Justiça, que tem como objetivo remover dos aeroportos toda a sucata de aviões pertencentes a empresas aéreas que faliram nos últimos anos e que ainda ocupam espaços nos terminais.

Entre as 80 mil peças que serão vendidas há desde arruelas de vedação e parafusos aeronáuticos até mesas de refeição, asas e turbinas. As peças não serão vendidas em lotes, mas por meio de livre negociação entre o interessado e o juiz responsável pela causa. De acordo com o juiz Daniel Carnio Costa, titular da 1ª Vara de Falências de São Paulo, muitas peças poderão ser aproveitadas, por estarem bem acondicionadas e até com controle em código de barras.

O dinheiro arrecadado será revertido para pagamento dos credores da empresa, principalmente trabalhistas. Para visitar o local, os interessados em adquirir as peças devem se cadastrar previamente junto à 1ª Vara de Falências de São Paulo, que fica no Fórum João Mendes Júnior.

Além da venda dessas peças das antigas aeronaves, no dia 6 de fevereiro, às 14h, será realizado o leilão de um Boeing 737-200 da Vasp e da sucata resultante de quatro aviões que foram desmontados em agosto do ano passado. O avião, avaliado em R$ 100 mil, não pode voar, mas está inteiro. Já os conjuntos de sucata estão avaliados em R$ 30 mil cada. O leilão ocorrerá na Casa de Portugal, no bairro Liberdade, em São Paulo.

Fonte: Agência Estado

EUA buscam fortalecer o turismo de olho na classe média de Brasil e China

O presidente dos EUA, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira, 19, uma ordem executiva com o objetivo de fortalecer o turismo no país. Obama fez um discurso nesta tarde na Walt Disney, na Flórida, para tratar do tema. Um dos alvos das mudanças introduzidas por Obama é o turista do Brasil.

O documento firmado por Obama prevê que o governo simplifique e acelere o processo de visto para os turistas, reduzindo o tempo do processo em 40%, além de expandir um programa que permite agilizar a liberação de viajantes pré-aprovados e que representam baixo risco para a segurança norte-americana. O presidente toma a medida como parte de uma campanha mais ampla, para mostrar que faz todo o possível para estimular a economia.

"A América está aberta aos negócios. Quanto mais turistas visitarem a América, mais norte-americanos voltarão ao trabalho", disse Obama em pronunciamento em frente ao castelo da Cinderela.

A ordem executiva pede aos ministérios envolvidos que preparem em 60 dias um plano para que pelo menos 80% dos turistas brasileiros e chineses que solicitam visto ao país sejam entrevistados no prazo de três semanas após o pedido, salvo exigências de segurança.

A Casa Branca afirmou em comunicado que pretende estimular o turismo nos EUA, tendo como alvo a crescente classe média em países como China, Índia e Brasil. A Casa Branca diz que turistas chineses e brasileiros têm gastado entre US$ 5 mil e US$ 6 mil em cada viagem aos EUA.

O turismo representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano e garante 7,5 milhões de empregos. Segundo a Casa Branca, projeções mostram que mais de 1 milhão de empregos podem ser criados nos próximos 10 anos, caso os norte-americanos ampliem sua participação no setor de turismo global.

"Todo ano, dezenas de milhões de turistas de todo mundo vêm e visitam a América. E quanto mais gente visitar a América, mais americanos voltarão ao trabalho", afirmou o presidente no comunicado, mais cedo.

A escolha de Obama pela Flórida parece ser notoriamente política, já que o Estado deve ser um importante campo de batalha para a disputa presidencial ainda este ano. Em alguns dias, o oposicionista Partido Republicano realiza sua primária nesse Estado. A Casa Branca, porém, negou essa intenção política, notando que a região é uma das principais zonas turísticas do país.

Fonte: Jornal O Estadão