Javascript DHTML Drop Down Menu Powered by dhtml-menu-builder.com
 


Web ABAG

Fiscalizações do DECEA ajudam na diminuição de acidentes aéreos do País

Dados divulgados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), no último dia 31, confirmam redução de 8,5% no número de acidentes aeronáuticos no Brasil.

Enquanto em 2012 foram registrados 178 casos envolvendo aeronaves com matrícula brasileira, 2013 terminou com 163:  140 com aviões e outros 23, com helicópteros.

Todos os segmentos da aviação tiveram queda no número de ocorrências. Em comparação com 2012, o número de acidentes da aviação geral caiu 4,6%, táxi aéreo, 29%, e aviação regular (transporte de passageiros), 50%. Houve também queda no número fatalidades.

A redução é, dentre outros motivos, resultado do esforço do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) que realizou ao longo do ano de 2013 uma série de ações preventivas focadas na diminuição desses números.

Caso das quatro operações especiais de fiscalização da aviação geral “Voe Seguro”. Com o intuito de identificar irregularidades e , ao mesmo tempo atuar de forma preventiva, essas operações foram realizadas, no ano passado, pelo DECEA, ANAC, Receita Federal, Polícia Federal e Secretaria de Aviação Civil (SAC-PR), no Rio de Janeiro (interior e capital), São Paulo (interior e capital), e no Norte do País (municípios dos estados do Amazonas e Pará). Só na última, foram 439 planos de voo fiscalizados, 14 aeronaves autuadas por infração de tráfego aéreo e 38 aeronaves impedidas de voar num esforço conjunto que reuniu mais de 200 servidores em 9 aeródromos da região Amazônica.

Nestas ocasiões, o DECEA exerceu o papel de monitoramento do cumprimento das regras de tráfego aéreo e dos perfis dos voos. O Departamento – responsável pela fiscalização do cumprimento das regras de tráfego aéreo e dos perfis dos voos – analisa em cada abordagem se havia infrações de tráfego aéreo, aeronaves fora da rota – voando fora da altura permitida, por exemplo –, fraudes no plano de voo, entre outras irregularidades.

Com o crescimento expressivo da aviação geral no Brasil nos últimos anos (a frota de aeronaves registradas cresceu de 14mil, em 2001, para cerca de 20 mil, em 2012) operações do gênero têm se mostrado de grande valia para a manutenção da segurança da atividade, evitando o aumento de irregularidades.

Fonte: DECEA (06/02/2014)

 

Engenheiros espanhóis fazem estudo técnico no aeroporto de Itaperuna/SP

Dois engenheiros espanhóis de uma empresa internacional especializada em engenharia de transportes e consultoria estiveram no aeroporto Ernani do Amaral Peixoto, em Itaperuna, no Norte Fluminense, na quinta-feira (6), para realizar um estudo de viabilidade técnica do sítio portuário local. Os engenheiros realizaram ensaios geotécnicos, além de sondagens de campo, que vão compor o projeto que deverá ser enviado para a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República em até 90 dias.

O prefeito de Itaperuna, Alfredo Rodrigues, acompanhou o grupo e destacou que o aeroporto vai proporcionar forte crescimento para toda a região. “O nosso município fica em uma posição estratégica. Aqui, iremos atender pessoas do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, por isso a reforma é fundamental”, disse o prefeito.

Os engenheiros Jesús Bravo e Luis Francisco Parra constataram que o sítio portuário é um dos melhores do estado e contempla o programa de aviação de forma positiva. Eles não falaram com a imprensa, mas o secretário Municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Turismo de Itaperuna, Sérgio Almeida, informou que a licitação das obras no aeroporto está prevista para abril. Sérgio disse também que, no momento, o aeroporto é utilizado apenas para voos particulares com pequenas aeronaves.

O Plano de Aviação Regional, no qual o aeroporto de Itaperuna faz parte, foi lançado em 2012 e prevê integração do território nacional, o desenvolvimento dos polos regionais e o fortalecimento dos centros de turismo. O programa está sendo desenvolvido em parceria com os governos estaduais e municipais, sob gestão do Banco do Brasil. Os recursos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac).

Fonte: G1 (06/02/2014)

 

Aeroporto de Uberaba passa por ajustes visando Copa do Mundo

O aeroporto Mário de Almeida Franco, de Uberaba, passa por ajustes técnicos para garantir a segurança dos usuários, principalmente durante a Copa do Mundo. O local, que servirá de suporte para as cidades sedes do evento, teve os telhados da torre de comando e do terminal trocados. Além disso, mais 34 câmeras serão instaladas até o mês de junho, quando começa o evento.

As melhorias no aeroporto incluem também a substituição do sistema de pouso. O Precision Approach Path Indicator (PAPI) é por onde os pilotos se orientam na hora do pouso. O superintendente da Infraero em Uberaba, João Itacir Gottfried, explicou como funciona o equipamento e anunciou obras na área de embarque e desembarque, porém para 2016.

"O PAPI é um sistema eletrônico, de comando de controle. Ele emite uma luminosidade que indica a rampa de aproximação das aeronaves. Foi um pequeno investimento em uma reforma interna no pátio de manobras. Alteramos também a via de trânsito de pedestres. No telhando fizemos um investimento para garantir também uma sobrevida ao terminal", explicou.

Uberaba vai servir de apoio para outras cidades, que vão sediar jogos ou receber seleções. De acordo com o consultor de turismo Alex Sandro Oliveira, turistas franceses podem desembarcar na cidade, já que a seleção de futebol da França ficará instalada em Ribeirão Preto (SP), há 214 km de distância.

"Toda sede que está recebendo seleções, as cidades em um raio de 200 km ganham muito com isso. A seleção da França ficará em Ribeirão Preto. Uberaba já foi contactada pele Prefeitura de lá. Estamos preparando um pacote para oferecer para os franceses. Então nosso aeroporto tem que estar muito bem preparado, nossa estrutura precisa estar muito bem adequada para corresponder as expectativas dos turistas", revelou.

Fonte: G1 (06/02/2014)

 

ANAC estabelece regras para aeroportos em caso de escassez de área

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou hoje uma série de regras que deverão ser adotadas pelos aeroportos do país e seus operadores em situação de escassez de áreas disponíveis para prestação de serviços.

As regras tratam desde a alocação de espaços comerciais nos aeroportos, até os serviços de abastecimento de aviões, pouso e decolagem, atendimento e movimentação de passageiros, bagagens e cargas, entre outros.

De acordo com a resolução publicada hoje no “Diário Oficial da União” (DOU), eventuais conflitos que possam ocorrer entre empresas aéreas deverão ser resolvidos, de preferência, diretamente entre as próprias empresas. Se não houver acordo, passam a valer as regras do regime de escassez de áreas.

A ANAC estabeleceu que cada aeroporto terá que destinar, no mínimo, 10% das áreas existentes para a utilização compartilhada pelas empresas que atuem ou pretendam atuar no aeroporto.

A resolução limita a alocação de áreas de exclusividade pelas companhias aéreas. Pelo critério, essa definição passa a levar em conta a proporção entre a quantidade de passageiros transportados pela empresa no aeroporto e a quantidade total de passageiros movimentados no mesmo aeroporto por todas as companhias, no período de seis meses.

No caso de transporte de carga, passa a valer a proporção entre a quantidade de carga movimentada pela empresa e a quantidade total da carga movimentada no aeroporto por todas as empresas, no período de doze meses que anteceder a solicitação da área para utilização em exclusividade.

O mesmo critério e prazo de 12 meses deverão ser aplicados no caso de quantidade de pousos e decolagens da companhia aérea.

Fonte: Valor Econômico (07/02/2014)

 

Estudo pode viabilizar aeroporto no Pecém/CE

O Governo do Estado do Ceará está realizando um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE), através da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), para a construção do novo aeroporto de cargas e passageiros nas proximidades do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), no município de São Gonçalo do Amarante.

A proposta inicial, que vem desde o primeiro mandato do governador Cid Gomes, previa a construção de um terminal exclusivo para cargas na região. No entanto, os primeiros relatórios dos estudos de viabilidade apontaram para a revisão desse planejamento. A ideia que prevalece agora é acrescentar um terminal de passageiros no equipamento. O trabalho é realizado em parceria com a United States Trade and Development Agency (UST DA) – sigla que, em inglês, significa Agência dos Estados Unidos para o Comércio e Desenvolvimento – e a pernambucana Projetec, contratadas pelo Governo por meio da Agência de Desenvolvimento do Ceará, Adece.

Além dos estudos, a USTDA está empenhada em atrair investidores para o projeto. Segundo o Secretário de Infraestrutura do Estado, Adail Fontenele, ainda não está definida qual será a participação do Estado do Ceará na construção do novo aeroporto. Os resultados do estudo deverão apontar os possíveis encaminhamentos – que vão desde um empreendimento exclusivamente público ou a estruturação de uma parceria público-privada (PPP) envolvendo a construção e operação do novo terminal.

A ideia inicial de um aeroporto exclusivamente de cargas foi afastada pelos estudos iniciais de viabilidade, uma vez que parte considerável da carga embarcada é despachada em aeronaves de passageiros. Além disso, a frequência dos voos de passageiros se adéqua mais a certos perfis de cargas como, por exemplo, o embarque de flores. Os estudos de viabilidade consideram ainda, do ponto de vista de mercado, a presença futura dos aeroportos de cargas do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

A previsão é que o estudo final do empreendimento deverá ser concluído ainda este ano. O valor estimado do novo aeroporto terá um primeiro referencial após a conclusão dos estudos técnicos, que vão apontar também sua viabilidade.

Fonte: Ceará Agora (07/02/2014)

Governo autoriza ampliação de três aeroportos do interior

O Governo do Paraná deu a autorização ambiental para as obras de ampliação de três aeroportos no interior do Estado: Guarapuava, Pato Branco e Toledo. O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) licenciou os três locais, atendendo pedido do Banco do Brasil, que é o agente financiador e que priorizou estes três aeroportos. Além disto, o Paraná está aguardando repasse dos recursos do governo federal para a construção do terminal de Cascavel, que deve começar ainda neste mês.

AEROPORTO CASCAVEL - Além da liberação das licenças ambientais, a Paraná Edificações, autarquia da Secretaria de Infraestrutura, está aguardando a liberação de parte de R$ 5 milhões do governo federal para a construção do terminal de passageiros do aeroporto de Cascavel. Na semana passada, a Paraná Edificações encaminhou o contrato à União e espera iniciar a obra até o dia 20 deste mês.

O novo terminal vai dobrar a capacidade de passageiros, que passará de 200 mil/ano para 400 mil. “Cascavel é o maior polo econômico da região. A ampliação do terminal irá trazer mais turistas à cidade e impulsionar o potencial econômico e social de Cascavel e dos municípios vizinhos”, disse o diretor-geral da Paraná Edificações, Luiz Fernando Jamur.

A expectativa é que, com a obra finalizada, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aumente a categoria do aeroporto . O novo terminal do aeroporto terá 2,5 mil metros quadrados e o projeto inclui sala de embarque com capacidade para 150 passageiros sentados, além de um novo sistema de esteira de bagagens, lojas, área de check-in e praça de alimentação, entre outras melhorias.

Essa é a segunda obra estruturante da qual o governo estadual participa no aeroporto de Cascavel. O Estado repassou recursos para ampliação da pista, que foi inaugurada em outubro. A obra teve investimento de R$ 8 milhões e agora permite que a cidade receba qualquer tipo de aeronave.

AFONSO PENA – O Governo do Paraná também aguarda uma posição do governo federal no processo de desapropriação dos terrenos no entorno do aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. No ano passado, a Secretaria de Infraestrutura encaminhou ao Ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, uma solicitação para que o Paraná tivesse também recursos federais na desapropriação dos terrenos, tal como aconteceu no Ceará, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A Secretaria de Infraestrutura estima que o valor da desapropriação vai equivaler aos investimentos federais de modernização do Afonso Pena, que estão avaliados em mais de R$ 300 milhões. “O Governo do Paraná quer viabilizar a modernização do Afonso Pena, mas os custos da desapropriação são muito altos e o Estado já investiu mais de R$ 127 milhões em desapropriações no entorno do Afonso Pena. Agora a União também precisa aportar recursos na desapropriação”, disse José RichaFilho.

Fonte: Bem Paraná Online (11/02/2014)

 

Clique aqui e faça parte da ABAG. Ajude-nos a voar mais alto.