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Setor aéreo crescerá três décadas seguidas

O mercado da aviação civil no Brasil deve continuar expandindo pelas próximas três décadas, segundo projeções do governo, o que traz quatro grandes desafios ao setor, na avaliação de Juliano Noman, secretário da Secretária da Aviação Civil (SAC).

Ao falar sobre o tema na quinta-feira (27) no 1º Seminário de Aeroportos Brasileiros, realizado em São Paulo, o secretário disse que o governo trabalha com uma projeção de crescimento de 6% ao ano do mercado na próxima década.

Depois, deve ocorrer uma desaceleração e o mercado segue aumentando entre 3% e 4% ao ano.

“Isso vai acontecer em função do amadurecimento do mercado, o que é normal. De qualquer forma, não se espera nada diferente do que um cenário de 30 anos de crescimento ininterrupto. Isso traz desafios de gestão e regulação”, diz.

Os desafios citados por Noman foram divididos em quatro partes no planejamento da secretaria para o setor: melhorar o nível do serviço, adequar a capacidade da infraestrutura à evolução da demanda - investimentos das companhias aéreas devem triplicar a oferta de assentos em 20 anos - atender aos choques de demanda da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, e ampliar a cobertura geográfica e integrar regiões isoladas de difícil acesso.

“Estamos no mesmo patamar dos grandes mercados atualmente, por isso temos que nos concentrar nesses quatro pontos para melhorar a infraestrutura e dar suporte ao crescimento previsto”, afirma.

Fonte: Valor Econômico (27/06/2013)

Estudo sobre Congonhas sai em julho

O relatório sobre a ampliação do número de slots (horários de pouso e decolagem) disponíveis no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que está atualmente nas mãos dos técnicos da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) será finalizado até o fim da primeira quinzena de julho. De acordo com Marcelo Guaranys, presidente da agência, depois de finalizado, o estudo será encaminhado para a diretoria do órgão para aprovação e depois implementação.

Guaranys, contudo, não deu data para a vigência das novas regras, que devem aumentar a concorrência entre companhias aéreas no aeroporto. "Esperamos terminar os trabalhos o mais rápido possível. Depois, depende dos diretores", afirmou, no seminário Aero Brasil 2013, realizado ontem em São Paulo.

Também presente no evento, o presidente da Infraero, Antônio Gustavo do Vale, afirmou que a criação da empresa prestadora de serviços ligados ao órgão, a Infraero Serviços, deverá sair do papel até o fim deste ano. No momento, o Banco do Brasil está trabalhando em um plano de estruturação da companhia, que vai procurar um parceiro no mercado para operar e ter viabilidade financeira.

A nova empresa vai oferecer serviços aeroportuários aos novos aeroportos regionais que estão nos planos do governo.

Fonte: Valor Econômico (28/06/2013)

Centro de Tecnologia de Helicópteros começa a sair do papel no Sul de MG

O projeto de instalação do Centro Nacional de Tecnologia de Helicópteros em Itajubá, no Sul de Minas, começa a sair do papel para reforçar a estratégia do governo mineiro de implantar no estado um complexo aeroespacial.

A elaboração do projeto executivo, com investimentos de R$ 6 milhões, será feita em parceria pelo ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).

 O governo de Minas vai arcar com R$ 4 milhões e o federal com R$ 2 milhões e a previsão é de que em um ano o projeto esteja finalizado. “Teremos a nacionalização da produção do nosso primeiro helicóptero.

O centro vai ser responsável por absorver essa tecnologia e ampliar as pesquisas sobre a indústrias de asas rotativas em Minas”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia, Nárcio Rodrigues.

Fonte: Voar News (29/06/2013)

Boletim eletrônico de capacitação

Está no ar a Edição nº 36 do Boletim Eletrônico de Capacitação, de 26 de junho de 2013. Produzido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o informativo traz detalhes sobre cursos oferecidos pela Agência. Clique aqui para acessar o boletim.

Esta edição apresenta informações sobre os cursos Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional P-PSAC e PSAC, voltado para profissionais responsáveis pelas atividades de gestão e de gerenciamento da segurança operacional de provedores de serviço, e Formação de Instrutor, voltado para colaboradores da Agência e profissionais do Sistema de Aviação Civil que necessitam realizar processos de capacitação e treinamento em suas áreas, entre outros.

Clique aqui para conferir todas as edições do boletim.

Fonte: ANAC (01/07/2013)

Nota à imprensa - “Autorização de voos em Congonhas deve ter definição em julho”

Em relação à matéria “Autorização de voos em Congonhas deve ter definição em julho” publicada em 30/06/2013 no Diário Comércio Indústria & Serviços (DCI), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) esclarece que não há, por parte da Agência, nenhuma intenção de retirada da aviação executiva do Aeroporto de Congonhas (SP).

Em entrevista concedida ao veículo, o diretor-presidente da ANAC, Marcelo Guaranys, afirmou que a principal preocupação é “com a segurança do aeroporto, motivo pelo qual estão sendo estudadas as pistas e compatibilidade com as aeronaves, dentre outros fatores de infraestrutura necessários para a possível ampliação de capacidade do aeródromo”. Além disso, Guaranys reforçou o posicionamento da Agência sobre a questão da aviação executiva: “de jeito nenhum a aviação geral sairia de Congonhas”.

Confira na íntegra a matéria “Autorização de voos em Congonhas deve ter definição em julho” aqui.

Fonte: ANAC (01/07/2013)

Infraero disponibiliza dados de situação meteorológica de aeroportos para usuários

  Os usuários dos aeroportos da Infraero já contam com novas ferramentas para se informar sobre as operações em condições meteorológicas adversas. A Infraero disponibilizou neste mês de junho no portal da empresa uma página onde o usuário pode checar se um aeroporto opera visualmente, por instrumentos ou se as operações foram interrompidas por razões climáticas. A ferramenta busca aprimorar a transparência das operações dos aeroportos e a comunicação de informações úteis da Infraero para os passageiros.

No link, os dados são dispostos em um mapa do Brasil, que mostra os 63 aeroportos administrados pela empresa e a situação meteorológica atual deles, atualizada de cinco em cinco minutos. Ao posicionar o mouse sobre um aeroporto, aparecerá uma legenda informando o nome do terminal, sendo que as condições operacionais são apontadas por meio de legenda colorida. A cor verde indica que o aeroporto opera normalmente; a cor amarela indica operações por instrumentos; a vermelha indica que o terminal está fechado para pousos e/ou decolagens.

Além disso, os aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ) já disponibilizam as informações climáticas também nos dados exibidos pelos monitores do Sistema Informativo de Voos (SIV), exibindo situação operacional, temperatura e escalas nacionais nas telas dos portões de embarque. A medida será estendida gradualmente para os outros terminais da Rede.

Operações de aeroportos e clima

Dependendo das condições climáticas de uma localidade (chuva, neblina, ventos fortes etc.), as operações de pouso e decolagem de um aeroporto podem ser alteradas. A situação meteorológica em um local pode exigir mudanças de procedimentos na movimentação de aeronaves ou impedir pousos e/ou decolagens. Vale destacar que, mesmo com a interrupção de movimentos de aeronaves, o complexo aeroportuário se mantém aberto para o trânsito de passageiros.

Um aeroporto opera visualmente - ou seja, pousos e decolagens podem ser feitos sem o auxílio de instrumentos - em uma situação de clima normal. Em casos de chuva, neblina ou outros fenômenos que atrapalhem a visibilidade, um aeroporto pode operar por instrumentos, o que significa que as operações de pouso e decolagem são feitas com o apoio de instrumentos de auxílio à navegação aérea, seguindo o fluxo normal de atividades. É importante destacar que a operação e utilização desses equipamentos dependem tanto das instalações existentes em um aeroporto quanto do aparato disponível e homologado em uma aeronave.

Em casos mais extremos, em que mesmo os instrumentos de apoio à navegação não permitem condições de visibilidade seguras, o aeroporto passa a operar abaixo dos mínimos, situação em que as movimentações podem ser restringidas para pousos, decolagens ou ambos.

Fonte: Infraero (02/07/2013)

 

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